Reflexões e aspirações – que venha 2017!

ano-novo-2017-imagensDezembro é um mês expansivo, de celebrações, encerramentos, presentes, confraternizações profissionais e pessoais. De todas as facetas que dezembro nos reserva, uma das minhas prediletas diz repeito àquela que nos faz refletir acerca dos erros e dos acertos perpetrados ao longo do ano. Essa faceta introspectiva faz com que reunamos elementos fáticos e práticos daquilo que gostaríamos de ter levado à cabo e não fizemos ou, ainda, daquilo que fizemos  e não deveríamos ter feito. Eu diria que dezembro é o mês do autoconhecimento por natureza.

Quando a gente fala de história – e 2016 já é história para todos nós, espera-se que tenhamos acertado mais ou retirado todo o aprendizado possível dos nosso erros. O passado, portanto, nos serve de referência, de estudo, vira exercício de autoconhecimento e nos traz a possibilidade insofismável de nos tornarmos melhores. É certo que entraremos em 2017 não para reescrever, posto que o passado é tempo vivido e não retorna mais, mas para escrevermos um novo capítulo da nossa jornada.

Eu olho para trás com um certo sentimento nostálgico e procuro enaltecer as minhas conquistas, por mais singelas que tenham sido. E não me refiro às conquistas monetárias – que também são importantes, mas, em especial, às conquistas como ser humano e que me acompanharão ainda que despojado e nu. Quais os conteúdos que absorvi? Que utilidade os mesmos tiveram e terão para mim? Quais questões comportamentais foram trabalhadas e me tornaram um ser humano melhor? São perguntas como estas que devemos nos fazer e que se constituem em molas propulsoras para o nosso melhor futuro.

No campo do esporte tive um 2016 maravilhoso. Como todo atleta amador, minha maior vitória foi ter terminado o ano sem nenhuma lesão e com o corpo bem ajustado para os desafios de 2017. Continuei aplicando na prática a teoria do menos é mais. Seja na quantidade de treinos, seja nas provas. O grande destaque foi a conquista de um novo RP na meia maratona, distância que resolvi voltar a investir neste ano visando as provas longas de triathlon de 2017. Foram duas quebras de recorde consecutivas nas duas provas escolhidas, Meia de Floripa e Meia de Pomerode.

No triathlon, a felicidade de ter estreado e sedimentado a distância olímpica, também com o estabelecimento de um novo RP na orla de Guaratuba numa das provas do ano, somada a coragem de me inscrever não em um, mas em dois Iron Man 70.3 (Buenos Aires e Rio de Janeiro).

Meu desejo para 2017 não é muito diferente daquele de 2016. Espero manter a saúde física e mental, estar mais presente com a minha família – minha sustentação e romper novos limites com as provas do Iron Man 70.3, sempre, é claro, incentivando e inspirando mais pessoas a largarem o sedentarismo.

A jornada é longa, sem dúvida, mas enquanto sentirmos prazer nela, ela fará com que nossa labuta diária faça sentido. Que estejamos todos juntos no final de 2017, saudáveis e melhores.

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